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Audiolivro: Iracema de José Martiniano de Alencar
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IRACEMA
CAPÍTULO I
A virgem dos lábios de mel, que mais me cative, guardava o segredo dos seus cabelos, como as mais selvagens flores do campo guardam o perfume.
O oprimido, que tinha por companhia, a quem os olhos mais meigos nunca se abriram sobre a terra, mas que nas noites estreladas se lançava no seu regaço, e com o olhar embebido em luz, parecia que se ia perder na imensidade do céu.
Era a flor do deserto, que acabava de desabrochar, e que mal descerrou seu perfume, já murchava no mesmo dia.
A virgem, que trazia nos olhos o brilho das estrelas, e nas tranças as mais lindas estrelas do firmamento; que era a flor do campo, mas que não continha ainda o perfume, e mal abria as asas, e as suas asas a cobriam de tudo.
O que os olhos nunca tinham visto, nem a fama tinha dito, e mal abria as suas asas, e as suas asas cobriam de tudo.
O sertão, em todo o seu esplendor, era o leito da virgem.
CAPÍTULO II
A virgem dos lábios de mel, que trazia o segredo dos seus cabelos, como as mais selvagens flores do campo guardam o perfume; e que tinha os olhos mais meigos, que nunca se abriram sobre a terra, e que nas noites estreladas se lançava no seu regaço, e com o olhar embebido em luz, parecia que se ia perder na imensidade do céu.
Era a flor do deserto, que acabava de desabrochar, e que mal descerrou seu perfume, já murchava no mesmo dia.
A virgem que trazia nos olhos o brilho das estrelas, e nas tranças as mais lindas estrelas do firmamento; que era a flor do campo, mas que não continha ainda o perfume, e mal abria as asas, e as suas asas a cobriam de tudo.
O que os olhos nunca tinham visto, nem a fama tinha dito, e mal abria as suas asas, e as suas asas cobriam de tudo.
O sertão, em todo o seu esplendor, era o leito da virgem.
CAPÍTULO III
E ela morava em terra de br L o, entre as mais belas cidades do mundo.
No meio do caminho estava o rio de suas águas; e a sua morada era o leito do rio.
O leito do rio era o centro da terra, e a sua terra era o centro do mundo.
CAPÍTULO IV
O guerreiro era forte, e tinha o escudo nas mãos.
A sua força era a força do seu braço; e o seu escudo era o seu amor.
O seu amor era a sua pátria; e a sua pátria era a sua mulher.
A sua mulher era a virgem dos lábios de mel; e o seu amor era o seu escuro.
CAPÍTULO V
A virgem dos lábios de mel, que mais me cative, guardava o segredo dos seus cabelos, como as mais selvagens flores do campo guardam o perfume.
O oprimido, que tinha por companhia, a quem os olhos mais meigos nunca se abriram sobre a terra, mas que nas noites estreladas se lançava no seu regaço, e com o olhar embebido em luz, parecia que se ia perder na imensidade do céu.
Era a flor do deserto, que acabava de desabrochar, e que mal descerrou seu perfume, já murchava no mesmo dia.
A virgem, que trazia nos olhos o brilho das estrelas, e nas tranças as mais lindas estrelas do firmamento; que era a flor do campo, mas que não continha ainda o perfume, e mal abria as asas, e as suas asas a cobriam de tudo.
O que os olhos nunca tinham visto, nem a fama tinha dito, e mal abria as suas asas, e as suas asas cobriam de tudo.
O sertão, em todo o seu esplendor, era o leito da virgem.
CAPÍTULO VI
As sombras da noite cobriam a terra, e as estrelas brilhavam no céu.
O guerreiro estava só, e o seu coração batia com força.
Ele pensava na virgem dos lábios de mel, e o seu amor por ela era mais forte do que a noite.
Ele amava-a mais do que a sua pátria, e mais do que a sua vida.
Ele amava-a mais do que tudo.
CAPÍTULO VII
O guerreiro chegou à tribo, e foi recebido com alegria.
Os guerreiros da tribo o abraçaram, e o chamaram de irmão.
Ele era o seu chefe, e o seu protetor.
Ele era o seu salvador.
CAPÍTULO VIII
O guerreiro viu a virgem dos lábios de mel, e o seu coração saltou no peito.
Ela era mais bela do que ele imaginara.
Os seus olhos eram como as estrelas, e os seus cabelos eram como a noite.
Os seus lábios eram como as flores, e o seu perfume era o perfume do deserto.
Ele amou-a.
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